quinta-feira, 29 de junho de 2017

ENCONTRO 26/06/2017 (20°)


Presentes: Ana; Bruna; Gabriel; Joço; Julia; Larissa; Ludy e Renata.
Convidada: Camila (turma Lelis de 2016)

ATIVIDADES:

⇒Exercícios Ritmicos e de dicção com Lisa:
  • Passa e Repassa
  • Jogo das Palmas
  • Mala Malenga
  • Tic-Tac Pof-Pof
⇨ Trabalho Texto com Lélis


RODA DE CONVERSA:

  • Trabalharemos durante as férias de julho;
  • Ficou acordado que o personagem Lio será "estudado" por Bruna e Larissa.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

ENCONTRO 19/06/2017 (19°)

Presentes: Ana; Bruna; Gabriel; Gustavo; Joço; Julia; Larissa; Ludy e Rafa.

Convidado: Joaquim Marques

ATIVIDADE
  • Leitura da nova versão adaptada de Peças e Pessoas. 

 SOBRE O TEATRO ÉPICO 

Tudo [na encenação épica brechtiana] é teatro. O espectador tem desentir que está realmente no teatro e que tudo que ali se passa é apenasrepresentação. Ao sair, não deverá sentir-se emocionalmente satisfeito,mas sim intelectual e socialmente insatisfeito. 
Mario Villaça
 

Procedimentos cênicos adotados em Peças e Pessoas: 

→ Teatralização: teatro mostrar-se teatro;
→ Narração: uma das principais características do teatro épico. Em Peças e Pessoas também descritiva;
→ Um atuante como um arauto se dirige ao público e apresenta os episódios (títulos das cenas);
→ O efeito de "estranhamento" mostra, cita e critica elementos da representação, coloca-o à distância por sua aparência pouco habitual e pela referência explícita a seu caráter artifical e artístico;
→ O "estranhamento" poderá aparecer também em cenas que serão usadas projeções de imagens ou filmes que estabeleçam uma relação com a cena representada, mas, ao mesmo tempo, dizer respeito ao cenário político-social dos espectadores;
→ A presença do Coro como fator de distanciamento.

terça-feira, 13 de junho de 2017

ENCONTRO 12/06/2017 (18°)

Presentes: Ana; Bruna; Gabriel; Gustavo; Larissa; Ludy e Renata.

Convidado: Joaquim Marques

Atividades:

Aquecimento e exercícios em Campo de Visão com Joaquim.


Lélis e Lisa reuniram-se para definir a encenação de "Peça e Pessoas", ficando assim definido:
O espaço de encenação será Corredor (referência: "Diásporas") e a trilha sonora com instrumentos percussivos. A distribuição de personagens ficou assim distribuído: 

Ana - Peão Vermelho
Bruna - Peão Azul
Gabriel - Coreuta 1 
Gustavo - Coreuta 2 e Tor 
Joço - Panga
Julia - Nar
Larissa - Lio
Ludy - Corista
Rafa - Rei Azul
Renata - Rei Vermelho

obs.: devido ao número reduzido do nosso elenco, resolvemos concentrar todas as peças maiores (rainhas, torres, bispos e cavalos) na figura dos Reis (símbolo da nobreza/elite).

  

terça-feira, 6 de junho de 2017

ENCONTRO 05/06/2017 (17°)

Presentes: Ana; Bruna; Joço; Larissa; Ludy; Rafa e Renata

Convidado: Joaquim Marques

Nesse encontro tínhamos como objetivo criar uma cena a partir da abertura da peça para ser apresentada no dia 09/06 na praça da Matriz com o "Teatro a bordo". Com a ajuda de custos que iríamos receber poderíamos comprar um instrumento percussivo.


Mesmo diante da falta de alguns integrantes, Lelis conduziu o grupo presente a criar algo potente para ser apresentado, infelizmente, não tivemos sucesso.


Decidimos não apresentar, já que para isso teríamos que ter mais um dia de ensaio, o que não seria possível para a totalidade do grupo.


Nessa roda de conversa, aproveitamos pra discutir as relações entre os integrantes e chamar atenção sobre a responsabilidade de um teatro de grupo. Segue um texto para reflexão de todos (as):

O Teatro de Grupo constitui uma categoria de organização e produção teatral em que um núcleo de atores movidos por um mesmo objetivo e ideal realiza um trabalho em continuidade e, estendendo sua atuação a outras áreas, principalmente no que diz respeito à própria concepção do projeto estético e ideológico, o grupo acaba por criar uma linguagem que o identifica.
A prática coletiva do teatro não constitui em si uma modalidade, uma vez que essa arte tem como definição essencial a pluralidade: enquanto a pintura, a escultura, a literatura são artes solitárias, o teatro, ao contrário, além de ser criado por várias mãos, só se concretiza como arte no momento do espetáculo, ou seja, quando os espectadores se reúnem em um mesmo lugar para desfrutá-la. A formação de companhias é quase tão antiga quanto o próprio teatro e surge com a profissionalização como necessidade de sobrevivência.
O que chamamos de "teatro de grupo" não é, no entanto, a mera organização coletiva. Os grupos passam a usar este conceito para marcar sua posição de divergência em relação ao teatro empresarial, em que o ator não está engajado no projeto e a equipe se desfaz logo que a temporada termina, forma de produção cada vez mais presente no mercado teatral após o início dos anos 1970. Em lugar do salário pago pela empresa, o grupo remunera seus integrantes por meio de um sistema de cooperativa, o que faz dos atores os donos do empreendimento.
É em meados da década de 1970 que os grupos surgem e proliferam, muitos se utilizando da criação coletiva como técnica de construção do espetáculo. No Rio de Janeiro, destacam-se Asdrúbal Trouxe o Trombone, A Comunidade, Grupo Pão e Circo, Grupo Dia-a-Dia, e, em São Paulo, Pessoal do Victor, Teatro do Ornitorrinco, Macunaíma, Mambembe, Pod Minoga, entre outros. Nesse período não se fala contudo em Teatro de Grupo - de um lado porque os críticos e historiadores não creditam ao fenômeno importância histórica capaz de merecer um conceito, de outro lado porque os próprios grupos, recusando rótulos, evitam qualquer tipo de inserção histórica.

Em 1979, com a fundação da Cooperativa Paulista de Teatro, reúnem-se grupos paulistas dispersos, criando uma alternativa concreta para romper a organização burocrática e administrativa posta em bases empresariais.

Em 1991, acontece em Ribeirão Preto o 1º Encontro Brasileiro de Teatro de Grupo que, reunindo 15 grupos, procura detectar denominadores comuns entre os participantes e esclarecer as características desta modalidade teatral. Entre os presentes estão Grupo Galpão, Minas Gerais; Parlapatões, Patifes & Paspalhões, São Paulo; Teatro de Anônimo, Rio de Janeiro; Ói Nóis Aqui Traveiz, Rio Grande do Sul; e Imbuaça, Sergipe. O Movimento Brasileiro de Teatro de Grupo, fundado na ocasião, produz a revista Máscara, com três edições, e encontros, com espetáculos e mostras de trabalho abertos ao público. Com proposta e contexto bem diversos daqueles que os mobilizaram trinta anos atrás, os grupos estão formando um mercado fora das salas de espetáculo dos grandes centros.

Enciclopédia Itau Cultural 
  

ENCONTRO 03/06/2017 (16°)

Sesc Pompéia

Presentes: Ana; Bruna; Gustavo; Joço; Julia; Larissa; Ludy; Rafa e Renata.

Convidado: Joaquim Marques

Espetáculo: Diásporas

Direção: Marcelo Lazzaratto